segunda-feira, 1 de março de 2010

tem pessoas que chegam na nossa vida pra ficar.
seja de uma maneira ou de outra, como amigo(a), namorado(a), companheiro(a), nos conquista de um jeito que quase transcende explicações que tentem ser racionais.
chegam com carinho e respeito. e muito amor pra distribuir.

carinho, respeito e amor.
a tríplice que deveria sustentar qualquer tipo de relação.
o carinho de um abraço, de um beijo, de um olhar e de um sorriso.
o respeito ao tempo de cada um, ao momento, às palavras que querem e precisam ser ditas... o respeito de saber falar e de saber escutar.
e o amor! o amor que move o mundo, aquele puro, que pratica o querer bem, o querer o crescimento e a realização do outro... e que não deseja o mal. coisa linda é ter muito amor pra distribuir... amor pra dar.

e tem gente que, sem nenhuma explicação, sem ousadia, sem barreira, chega assim... invade a nossa vida pra ficar. invade os nossos pensamentos, até aquele tristes, pra nos trazer paz.
independente do que se fale, escute ou pense naquele exato momento, o estar junto só traz isso, essa sensação enorme e boa de serenidade.

e pode acontecer o que for, menos deixar de cultivar algo tão bonito. beleza não inata, aquela que se constrói e que é eterna construção. relação é construção. que nunca se pode deixar desmoronar. o segredo eu já disse: carinho, respeito e amor. e a eterna responsabilidade por aqueles a quem cativamos.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

odeio quando começo a perceber que estou sendo romântica e idealista demais. e claro, só percebo isso quando já estou quebrando a cara (e o coração) por causa desse romantismo besta.

que luta e conquista, que nada, não é mesmo? pra que esperar das pessoas que elas se esforcem pra conseguir o que desejam, o que lhes faz bem? muito melhor esperar que as pessoas tomem as decisões mais fáceis pras suas vidinhas de merda... permanecer como estão, inertes a si mesmos. fodam-se!

pronto, falei!

sábado, 16 de janeiro de 2010


levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

poderiam me perguntar (e não seria uma pergunta estúpida) porque eu terminei o namoro, se é pra ficar sofrendo.
e eu responderia: "porque pelo menos assim, com o fim, eu posso justificar meu sofrimento"



não é justo eu me sentir tão só.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Dialética.

É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...

(Vinícius de Moraes)