Me dê ao menos uma chance de te dar algum motivo pra você me odiar.
Eu não aceito os teus motivos. Não entendo as tuas incertezas.
Não entendo você ousar me dizer que tem dúvidas que hoje ninguém mais pode tirar.
Eu posso. Você sabe que eu posso. Mas o fato é que você não quer.
Você nunca (NUNCA!) quis saber o que realmente se passou comigo.
Você tinha medo. E permanece com medo depois de tanto tempo.
E o que me destrói, todos os dias, todos esses anos, é esse seu ódio alimentado por suposições, por incertezas e dúvidas. E ainda ter que aceitar você dizer que não dá a mínima pra o que eu faço, o que eu digo e o que quer que eu tenha me tornado. Mentira... A mais pura mentira. Uma pessoa que despreza, simplesmente despreza, ignora. Não odeia, não difama, não se incomoda com qualquer palavra ou comportamento da outra. Esquece, deixa pra lá. Mas você, ao contrário, sempre dá um jeitinho de surgir na minha vida da pior forma possível, com as piores notícias que eu posso receber ou com as piores palavras que você consegue encontrar pra me escrever.
Tudo o que eu queria é que você me desse ao menos uma chance.
Uma chance de expôr todos os pensamentos, comportamentos e atitudes minhas que você nunca quis realmente saber.
Você com certeza vai ter mais motivos do que já supõe ter para me odiar.
E eu pelo menos conseguiria aceitar esse teu ódio, esse teu rancor.
E nós dois teríamos a paz de nos livrar de tudo o que suportamos, internamente, a tantos anos.
Mas você não quer. E eu sou covarde demais sem você querer.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
À espera de Zeca
Ansiosa.
Sabe-se lá pelo que...
"Sempre que te vejo assim
linda, nua e um pouco nervosa
minha velha alma
cria alma nova
quer voar pela boca
quer sair por aí
e eu digo calma alma minha
calminha
ainda não é hora de partir...
então ficamos
minha alma e eu
olhando o corpo teu, sem entender
como é que a alma entra nessa história
afinal o amor é tão carnal
eu bem que tento, tento entender
mas a minha alma não quer nem saber
só quer entrar em você...
como tantas vezes já me viu fazer
e eu digo
calma alma minha
calminha
você tem muito o que aprender"
(Zeca Baleiro - Alma nova)
Sabe-se lá pelo que...
"Sempre que te vejo assim
linda, nua e um pouco nervosa
minha velha alma
cria alma nova
quer voar pela boca
quer sair por aí
e eu digo calma alma minha
calminha
ainda não é hora de partir...
então ficamos
minha alma e eu
olhando o corpo teu, sem entender
como é que a alma entra nessa história
afinal o amor é tão carnal
eu bem que tento, tento entender
mas a minha alma não quer nem saber
só quer entrar em você...
como tantas vezes já me viu fazer
e eu digo
calma alma minha
calminha
você tem muito o que aprender"
(Zeca Baleiro - Alma nova)
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Lembranças
Ele acordou e recordou algo que remetia a você. Logo esqueceu. Fez suas atividades rotineiras, chatas e cretinas. Nem sequer lembrou-se de você. Estudou, almoçou, trabalhou, tomou um banho relaxante, conversou, olhou seus e-mails. E nada, de você! Alguns amigos ligaram, chamaram pra noite. Ele saiu, se divertiu, riu e não se recordou de você. Ao decorrer da noite, entre um copo de cerveja e outro, lembrou-se novamente que você existe. Existiu. Existe. E como lembrou...
Lembrou de todos os momentos possíveis de serem lembrados. Lembrou do seu rosto, do seu corpo, do seu jeito. De como era seu abraço que o confortava de um jeito que ninguém mais conseguia fazer. Do seu beijo angustiado, dos seus carinhos ora leves, ora intensos. Lembrou-se de como fazer amor, com você, era mágico. Lembrou de como te observava dormir, como se tivesse medo de esquecer cada detalhe do seu rosto antes de ele próprio adormecer. Ele lembrou, inclusive, de si mesmo. De como ele era quando estava ao seu lado. De como o mundo dele, até certo dia, girava em torno de você. Lembrou de como a vida dele foi diferente. E, nesse momento, ele se apegou ao verbo “foi” e ao tempo que significava ‘passado’.
Então ele lembrou que não podia mais lembrar. Ele lembrou que já deveria ter esquecido você. Lembrou das tantas paixões que se passaram depois de você, e que nenhuma chegou a ser igual a história que vocês viveram. E lembrou que quem pôs um fim a tudo foi ele mesmo. Apesar disso, entre outros copos de cervejas, teve impulsos de te ligar. Perguntar como você estava: “oi, quanto tempo...”, “alô, tudo bom?!”. Tudo isso parecia, para ele, ridículo. Não parecia, era. Mesmo assim, durante a madrugada, alcoolizado, correu ao banheiro do bar e se surpreendeu ao perceber que ainda sabia seu número de cor. Fazia mais de um ano que ele não ligava e nem pensava nesse número. Pegou seu celular e discou. Apertou o botão verde, chamou somente duas vezes. Você parecia estar acordada e atendeu. A sua voz. O seu “alô”.
Emudeceu. Desistiu. Desligou. Chorou.
Chorou por se lembrar que tudo passou. E por se dar conta, de que, na realidade nada passou. De que tudo se mantém vivo, aceso e infestado dentro dele. Chorou por saber que já devia ter matado você. Ele chorou, no fim, por sua própria morte. Por estar condenado a lembrar. Lembrar, só. E só lembrar.
Chorou até dormir e em sonhos, relembrar.
No outro dia, a ressaca, foi moral. Porém, entre os diversos copos d’água, ele logo esqueceu. Até a próxima noite perdido entre os amigos e os copos de cervejas. E também, entre as lembranças...
Lembrou de todos os momentos possíveis de serem lembrados. Lembrou do seu rosto, do seu corpo, do seu jeito. De como era seu abraço que o confortava de um jeito que ninguém mais conseguia fazer. Do seu beijo angustiado, dos seus carinhos ora leves, ora intensos. Lembrou-se de como fazer amor, com você, era mágico. Lembrou de como te observava dormir, como se tivesse medo de esquecer cada detalhe do seu rosto antes de ele próprio adormecer. Ele lembrou, inclusive, de si mesmo. De como ele era quando estava ao seu lado. De como o mundo dele, até certo dia, girava em torno de você. Lembrou de como a vida dele foi diferente. E, nesse momento, ele se apegou ao verbo “foi” e ao tempo que significava ‘passado’.
Então ele lembrou que não podia mais lembrar. Ele lembrou que já deveria ter esquecido você. Lembrou das tantas paixões que se passaram depois de você, e que nenhuma chegou a ser igual a história que vocês viveram. E lembrou que quem pôs um fim a tudo foi ele mesmo. Apesar disso, entre outros copos de cervejas, teve impulsos de te ligar. Perguntar como você estava: “oi, quanto tempo...”, “alô, tudo bom?!”. Tudo isso parecia, para ele, ridículo. Não parecia, era. Mesmo assim, durante a madrugada, alcoolizado, correu ao banheiro do bar e se surpreendeu ao perceber que ainda sabia seu número de cor. Fazia mais de um ano que ele não ligava e nem pensava nesse número. Pegou seu celular e discou. Apertou o botão verde, chamou somente duas vezes. Você parecia estar acordada e atendeu. A sua voz. O seu “alô”.
Emudeceu. Desistiu. Desligou. Chorou.
Chorou por se lembrar que tudo passou. E por se dar conta, de que, na realidade nada passou. De que tudo se mantém vivo, aceso e infestado dentro dele. Chorou por saber que já devia ter matado você. Ele chorou, no fim, por sua própria morte. Por estar condenado a lembrar. Lembrar, só. E só lembrar.
Chorou até dormir e em sonhos, relembrar.
No outro dia, a ressaca, foi moral. Porém, entre os diversos copos d’água, ele logo esqueceu. Até a próxima noite perdido entre os amigos e os copos de cervejas. E também, entre as lembranças...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Sobre limites....
“Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim, digo o que condiz, eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têm razão, quando vêm dizer que eu não sei medir, nem tempo e nem medo” [O velho e o moço – Rodrigo Amarante – Los Hermanos]
Mais de uma vez me disseram “Mariana, você não têm limites”.
Ah, se soubessem.
Como eu faço tudo pra ter.
E ao mesmo tempo faço tudo pra não ter.
Ás vezes me pego pensando “pra que?”
E se eu morrer amanhã?
E se eu não fui feliz hoje?
Ah, sim, de vez em quando eu estrago as coisas por falta de limite.
Mas, quem foi que disse, que eu não gosto do estrago?
Quem foi que disse que eu não gosto do escândalo?
Não vou dizer que ás vezes eu não me arrependa.
Mas, se colocar numa balança, eu tenho mais a rir do que a chorar.
Eu aprendi mais do que se estivesse parada, somente medindo as conseqüências do talvez.
“E se” nunca foi o meu lema. Eu me irrito profundamente quando me pergunto, mais de uma vez num dia só “e se eu fizesse?”, “e se eu perguntasse?”, “e se?”, “e se?’, “e se?” ...
Ah, foda-se o “e se”.
Fácil seria se fosse sempre assim.
Mas não, não conheço ninguém que não se renda as exigências chatas da sociedade.
Aos olhares repreensores ao redor. Não há ninguém que não se renda, em pelo menos algum momento, ao “o que será que vão pensar?”.
“Eu sou uma menina e não posso tomar iniciativa”
“Eu sou homem e não posso chorar”
Ahhh... “eu sou um cachorro e abano meu rabinho!”
Puts!
(...)
Mais de uma vez me disseram “Mariana, você não têm limites”.
Ah, se soubessem como eu tenho.
Eles não conhecem meus sonhos. Se os conhecessem, saberiam que limite é o que não me falta muitas vezes.
Os meus sonhos, sim, esses são ilimitados e ilimitáveis.
E os seus?!
Mais de uma vez me disseram “Mariana, você não têm limites”.
Ah, se soubessem.
Como eu faço tudo pra ter.
E ao mesmo tempo faço tudo pra não ter.
Ás vezes me pego pensando “pra que?”
E se eu morrer amanhã?
E se eu não fui feliz hoje?
Ah, sim, de vez em quando eu estrago as coisas por falta de limite.
Mas, quem foi que disse, que eu não gosto do estrago?
Quem foi que disse que eu não gosto do escândalo?
Não vou dizer que ás vezes eu não me arrependa.
Mas, se colocar numa balança, eu tenho mais a rir do que a chorar.
Eu aprendi mais do que se estivesse parada, somente medindo as conseqüências do talvez.
“E se” nunca foi o meu lema. Eu me irrito profundamente quando me pergunto, mais de uma vez num dia só “e se eu fizesse?”, “e se eu perguntasse?”, “e se?”, “e se?’, “e se?” ...
Ah, foda-se o “e se”.
Fácil seria se fosse sempre assim.
Mas não, não conheço ninguém que não se renda as exigências chatas da sociedade.
Aos olhares repreensores ao redor. Não há ninguém que não se renda, em pelo menos algum momento, ao “o que será que vão pensar?”.
“Eu sou uma menina e não posso tomar iniciativa”
“Eu sou homem e não posso chorar”
Ahhh... “eu sou um cachorro e abano meu rabinho!”
Puts!
(...)
Mais de uma vez me disseram “Mariana, você não têm limites”.
Ah, se soubessem como eu tenho.
Eles não conhecem meus sonhos. Se os conhecessem, saberiam que limite é o que não me falta muitas vezes.
Os meus sonhos, sim, esses são ilimitados e ilimitáveis.
E os seus?!
terça-feira, 29 de julho de 2008
Sobre expectativas...
EXPECTATIVA, s. f. Expectação, esperança fundada em supostos direitos, em promessas ou probabilidades; esperança; probabilidade.
Sempre teorizei sobre expectativas. E, praticamente todas as vezes, cheguei a conclusão de que elas são uma bosta.
Esperança? Em minha opinião, só se tem esperança, quando alguém a dá. Assim como as promessas. E, quantas, mas quantas vezes, não fico eu, numa expectativa idiota para que algo se realize? Esperançosa, para que alguém cumpra uma promessa que nunca chegou a me fazer. Imaginando situações absurdas, sonhando com palavras que nunca, nunca, sairão da boca alheia em minha direção.
Engraçado como a minha imaginação sempre ultrapassa o que eu penso ser um limite. Ah, com ela eu movo mundos e fundos. Eu invento, eu crio, eu vivo. Chego a gestualizar, como se as pessoas estivessem em minha frente. Eu vejo o cenário em minha frente. Eu imagino as cores, o figurino e até os figurantes... eu dirijo um filme sem câmeras nem microfones...
Sabe, até que imaginar é bom! O ruim mesmo é acordar. Se dar conta de que nada disso é real. E que quanto mais você gasta tempo sonhando acordada, mais a vida passa lá fora e você não percebe. Não sei se é só comigo, mas as coisas costumam ocorrer de forma melhor, quando não há expectativas sobre elas. Tudo soa mais natural. Aliás, tudo passa a ser realmente natural. Até hoje, não lembro de nenhum dos meus filmes de imaginação terem virado realidade.
As coisas costumam dar mais certo quando eu não planejo tanto, quando eu não imagino situações impossíveis, quando eu não fico tentando reviver o passado... quando eu deixo as coisas fluirem. Por isso, eu continuo com a mesma opinião. Expectativas são uma bosta. E, serão sempre idiotas. Sempre.
Sempre teorizei sobre expectativas. E, praticamente todas as vezes, cheguei a conclusão de que elas são uma bosta.
Esperança? Em minha opinião, só se tem esperança, quando alguém a dá. Assim como as promessas. E, quantas, mas quantas vezes, não fico eu, numa expectativa idiota para que algo se realize? Esperançosa, para que alguém cumpra uma promessa que nunca chegou a me fazer. Imaginando situações absurdas, sonhando com palavras que nunca, nunca, sairão da boca alheia em minha direção.
Engraçado como a minha imaginação sempre ultrapassa o que eu penso ser um limite. Ah, com ela eu movo mundos e fundos. Eu invento, eu crio, eu vivo. Chego a gestualizar, como se as pessoas estivessem em minha frente. Eu vejo o cenário em minha frente. Eu imagino as cores, o figurino e até os figurantes... eu dirijo um filme sem câmeras nem microfones...
Sabe, até que imaginar é bom! O ruim mesmo é acordar. Se dar conta de que nada disso é real. E que quanto mais você gasta tempo sonhando acordada, mais a vida passa lá fora e você não percebe. Não sei se é só comigo, mas as coisas costumam ocorrer de forma melhor, quando não há expectativas sobre elas. Tudo soa mais natural. Aliás, tudo passa a ser realmente natural. Até hoje, não lembro de nenhum dos meus filmes de imaginação terem virado realidade.
As coisas costumam dar mais certo quando eu não planejo tanto, quando eu não imagino situações impossíveis, quando eu não fico tentando reviver o passado... quando eu deixo as coisas fluirem. Por isso, eu continuo com a mesma opinião. Expectativas são uma bosta. E, serão sempre idiotas. Sempre.
Solidão criativa...
- Você escreve muito bem!
Por que diabos, alguém, um dia, veio me dizer isso?
Nunca mais consegui escrever algo que achasse o suficientemente bom para ousar terminar de colocar os pensamentos em palavras escritas.
Desde então passeio pelos blogs alheios, morrendo de inveja (sim, inveja!) daqueles que conseguem escrever de uma forma que profunda (ou levemente) tocam a alma dos leitores.
Ah, a inveja. Inveja que vem dos sonhos.
Sempre invejei as maiores cantoras do Brasil. Sempre sonhei em ser uma
Semprei invejei os melhores escritores. Nunca chegarei aos pés de nenhum. Apesar de sonhar.
Sei que decidi criar isso aqui. Pros meus momentos de solidão. Como agora.
Última semana de férias (ah, e como foram boas!), e estou há dois dias trancafiada em casa e há algumas horas atualizando a página do orkut esperando recados banais e idiotas, que nunca chegam! Até que resolvi fazer da minha solidão um sentimento criativo, ou não. Isso será uma opinião relativa, dependerá de quem o ler.
Enfim...
Acho que terminarei sempre o post com algum trecho musical.
Falando nisso, saibam, uma das coisas que mais amo na vida chama-se música.
Não há nada mais belo (em minha opinião). Não, não pensem que sei sobre instrumentos, notas, arranjos, etc e tal.
Só sei sobre a alegria que a música pode proporcionar, por trazer lembranças. Elas (as músicas das quais mais gosto) sempre me fazem retornar a momentos, obviamente, relevantes. Sejam eles banais ou intensos. Se bem que pode existir muita intensidade, na banalidade.
Que eu seja bem-vinda ao mundo dos blogs.
E que os leitores (se existirem) sejam bem-vindos ao meu mundo!
O silêncio das estrelas
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão.
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos, como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais
Afinal... como estrelas que brilham em paz.
(Lenine)
Saibam, outra de minha paixões chama-se Lenine.
Por que diabos, alguém, um dia, veio me dizer isso?
Nunca mais consegui escrever algo que achasse o suficientemente bom para ousar terminar de colocar os pensamentos em palavras escritas.
Desde então passeio pelos blogs alheios, morrendo de inveja (sim, inveja!) daqueles que conseguem escrever de uma forma que profunda (ou levemente) tocam a alma dos leitores.
Ah, a inveja. Inveja que vem dos sonhos.
Sempre invejei as maiores cantoras do Brasil. Sempre sonhei em ser uma
Semprei invejei os melhores escritores. Nunca chegarei aos pés de nenhum. Apesar de sonhar.
Sei que decidi criar isso aqui. Pros meus momentos de solidão. Como agora.
Última semana de férias (ah, e como foram boas!), e estou há dois dias trancafiada em casa e há algumas horas atualizando a página do orkut esperando recados banais e idiotas, que nunca chegam! Até que resolvi fazer da minha solidão um sentimento criativo, ou não. Isso será uma opinião relativa, dependerá de quem o ler.
Enfim...
Acho que terminarei sempre o post com algum trecho musical.
Falando nisso, saibam, uma das coisas que mais amo na vida chama-se música.
Não há nada mais belo (em minha opinião). Não, não pensem que sei sobre instrumentos, notas, arranjos, etc e tal.
Só sei sobre a alegria que a música pode proporcionar, por trazer lembranças. Elas (as músicas das quais mais gosto) sempre me fazem retornar a momentos, obviamente, relevantes. Sejam eles banais ou intensos. Se bem que pode existir muita intensidade, na banalidade.
Que eu seja bem-vinda ao mundo dos blogs.
E que os leitores (se existirem) sejam bem-vindos ao meu mundo!
O silêncio das estrelas
Solidão, o silêncio das estrelas, a ilusão.
Eu pensei que tinha o mundo em minhas mãos, como um deus e amanheço mortal
E assim, repetindo os mesmos erros, dói em mim
Ver que toda essa procura não tem fim
E o que é que eu procuro afinal?
Um sinal, uma porta pro infinito irreal
O que não pode ser dito, afinal
Ser um homem em busca de mais
Afinal... como estrelas que brilham em paz.
(Lenine)
Saibam, outra de minha paixões chama-se Lenine.
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